Cresce o número de investidores nos Fiagros

Cresce o número de investidores nos Fiagros

O número de investidores nos Fiagros, Fundos de Investimento das Cadeias Produtivas Agroindustriais, tem crescido mensalmente. Em maio, a B3 registrou 280 mil investidores pessoa física, um aumento de 8,3% em relação a abril. Em termos financeiros, o estoque atingiu R$ 8,3 bilhões. googletag.cmd.push(function() { googletag.display('agk_14000_pos_3_sidebar_mobile'); }); googletag.cmd.push(function () { googletag.display('agk_14000_pos_4_conteudo_desktop'); }); Após uma fase de alta, o mercado de investimentos no setor agro tende a se estabilizar. Os gestores acreditam que uma gestão mais próxima dos produtores e uma expertise no setor agro podem fazer a diferença nesse cenário. Existem três tipos de Fiagros disponíveis: Fiagro-FII, que investe em imóveis rurais e ativos financeiros relacionados ao agro; Fiagro FIDC, que investe em ativos financeiros e títulos de crédito da cadeia produtiva agroindustrial; e Fiagro-FIP, que adquire empresas do segmento agroindustrial. Essas modalidades oferecem oportunidades de investimento no setor agro. O Fiagro-FII é o tipo mais difundido no mercado e busca oferecer uma distribuição mensal de dividendos aos investidores. Esses fundos, que investem principalmente em CRAs, têm se consolidado no mercado e adotam uma abordagem de gestão ativa em parceria com os produtores, visando trabalhar a liquidez dos ativos. Essa estratégia se baseia na tese de arrendamento, em que o fundo busca renda por meio dos ativos e realiza vendas posteriormente. googletag.cmd.push(function() { googletag.display('agk_14000_pos_4_conteudo_mobile'); }); O fundo mais popular no segmento da Fator ORE é o OIAG11, que possui quase 7 mil cotistas e R$ 87 milhões em gestão. Esse fundo segue o modelo imobiliário e investe principalmente em CRAs de cooperativas, empresas do setor sucroenergético e de insumos. Segundo Carolina Castilho, head de novos negócios imobiliários e agro da gestora Empírica, a proximidade com o produtor pode ser alcançada por meio de tecnologias de monitoramento remoto e pela presença de um "assessor agro". Essas ferramentas auxiliam na gestão dos investimentos e no acompanhamento das atividades agropecuárias. googletag.cmd.push(function() { googletag.display('agk_14000_pos_5_sidebar_mobile'); }); googletag.cmd.push(function () { googletag.display('agk_14000_pos_6_conteudo_desktop'); });



FONTE: AGROLINK